Artes e Cultura

SIN VINO NO HAY CAMINO!

SIN VINO NO HAY CAMINO!

O que o caminho nos recorda a cada instante PARTE V – Pernas com corpos, celas imaculadas e a conquista da Compostela Texto de Mariana Beleza Tavares. Fotorreportagem de Marta Gonzaga. [Parte I – Tudo começa por um primeiro passo, de preferência português!] [Parte II – Sin tapas tampoco] [Parte …

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As destemidas e encharcadas caminhantes PARTE IV – Singularidade das histórias do caminho e um brinde ao mexilhão Texto de Mariana Beleza Tavares. Fotorreportagem de Marta Gonzaga. [Parte I – Tudo começa por um primeiro passo, de preferência português!] [Parte II – Sin tapas tampoco] [Parte III – Pedras no …

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Combarro, a aldeia piscatória pincelada a espigueiros e ruelas em empedrado PARTE III – Pedras no caminho e o mí(s)tico Avatar Texto de Mariana Tavares Beleza, fotorreportagem de Marta Gonzaga. [Parte I – Tudo começa por um primeiro passo, de preferência português!] [Parte II – Sin tapas tampoco] De Pontevedra …

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Já não falta tudo, neste caminho que dá frutos PARTE II – Sin tapas tampoco Texto de Mariana Tavares Beleza. Fotorreportagem de Marta Gonzaga. [Parte I – Tudo começa por um primeiro passo, de preferência português!] De Tuy a Pontevedra A auspiciosa camisola amarela no arranque É a mais pura …

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SIN VINO NO HAY CAMINO!

O caminho não é uma maratona, mas também pede boas sapatilhas PARTE I :  Tudo começa por um primeiro passo, de preferência português! Texto de Mariana Beleza Tavares, fotorreportagem de Marta Gonzaga. A(s) travessia(s) entre Valença e Tuy O caminho começa por um simples passo, e foi português! Todos as …

‘A Ordem Moral’ (moral?!)

Vi há duas semanas na HBO o filme A Ordem Moral, de Mário Barroso. (Também está, seriado, na RTP Play). Já tinha lido sobre a história quando o filme apareceu nos cinemas portugueses (não o vi na altura). Antes disso, apesar do apelo dramático e do inegável interesse dos eventos, …

O Silêncio das Mulheres, de Pat Barker

Nas epopeias clássicas gregas as mulheres não têm papel de destaque. São poucas e sobretudo usadas para explicar as arrelias que trazem aos valentes homens. Helena, claro, é a causadora da guerra entre helenos e troianos – ela, evidentemente; não o sensaborão do marido Menelau que a levou a fugir …

Natália de Andrade. E a Diva Tragicómica sou eu?

Natália de Andrade Natália de Andrade (1910-1999) nasceu em Coimbra e foi uma cantora lírica portuguesa. “Estreei-me num concerto de minha Mãe, muito novinha, no Casino de Espinho, em 1936”. Depois da morte do Pai, viveu em situação de quase pobreza. “De temperamento triste, mas muito sonhador”, Natália refugiou-se na …