2019. Desejos, previsões, incertezas e inquietações.

2018 foi um ano inquietante e com sinais pouco salubres. As perspetivas para 2019 são repletas de incertezas. Os autores da Capital Mag contam-nos o que esperam, desejam, temem e prevêem para o próximo ano. Aline Gallasch-Hall de Beuvink 2019 vai ser insuportável: em constante campanha eleitoral, a maior parte …

Recomendação para 2019: take to the bottle.

Lamento dizer isto ainda antes do ano começar, mas a minha recomendação mais adequada para sobreviver a 2019 é abusar de substâncias psicotrópicas (legais ou, se for mais arrojado, ilegais) que tornem a sua visão da realidade mais rósea. Deixo-lhe aqui algumas lembranças para o deprimir suficientemente para ir a …

2019, um ano particularmente incerto

É muito difícil imaginar boas notícias para 2019, com a provável excepção de nova redução do desemprego em Portugal e a estreia de novos partidos no parlamento. O ano que está à porta não parece augurar muito de bom. Em termos políticos, aquele que já foi o farol da democracia, …

Boas Festas luminosas

A Capital Mag deseja a todos os leitores – e àqueles que ainda não são leitores mas vão ser – um Natal Feliz (quer tenha, para cada um, carga religiosa ou não tenha). Em modo de presente para quem nos leu e acompanhou neste primeiro ano de existência, oferecemos esta …

O prazer crepitante de dar

Eu confesso, eu confesso: sou daquelas pessoas que adora dar presentes. (E receber também, mas já lá vou.) Adoro pensar no que devo comprar para a pessoa a presentear, deleito-me a planear e a ponderar qual o melhor presente (porque há que ser adequado a quem recebe, não àquilo que …

Quando a rede te engole

A questão da privacidade nas redes sociais é algo que me assusta e que ao mesmo tempo me deixa estupefacta. São longos corredores de possibilidades. O que são as pessoas capazes de fazer? Tudo. Até onde conseguem ir para satisfazer os seus instintos destrutivos? A qualquer lado. Recentemente aconteceu-me um …

A anormalidade das 35 horas

Portugal não tem economia – nem muito menos finanças públicas – que permitam sustentar a semana das 35 horas na administração pública, que, ainda por cima, estão a provocar o caos na saúde. A redução do horário de trabalho para 8 horas diárias é uma conquista do final do século …