Biblioteca

A fornada deste ano da Feira do Livro

Já lá estive duas vezes, na Feira do Livro, este ano. Nunca falho pelo menos uma visita. A primeira fui sozinha. Entrei para a feira ao lado das barracas da Relógio D’Água (que deve ser a minha editora portuguesa preferida, com ótimos autores traduzidos em muito competentes traduções), vi lá …

A Morte de Ivan Ilitch, Lev Tolstói

Um dos pedaços literários mais formidáveis que li. História curta e simples, de um funcionário público angustiado; e as suas doenças… Viajamos até à Rússia dos Czares. Ivan leva uma vida razoável, é casado, embora não dê muito de si à mulher. Numa altura em que comemora a sua ascensão …

Uma Viagem à Índia, Gonçalo M. Tavares

A Índia é um país grande. Não pela extensão mas porque é antigo. O tempo, num país inteligente, é a extensão mais significativa. Milhares de metros quadrados ocupam, em teoria, uma superfície importante. Também o número de andares dos edifícios é facto bem visível das janelas dos aviões. Porém, é …

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, edição Relógio d’Água “Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas.” Ler um livro escrito por uma personagem que morreu – é este o exercício que Machado de Assis leva aos …

28 março | Lançamento de Adeus Cariño

Amanhã, 28 de março, às 18h30, no espaço do Âmbito Cultural no El Corte Ingles, será o lançamento do livro de António Costa Santos, Adeus, Cariño, De Espanha nem Bom Vento nem Bom Casamento. A apresentação estará bem entregue a Hugo van der Ding.

Asterios Polyp, de David Mazzucchelli

Vencedora de inúmeros prémios na categoria, incluindo 3 Eisner Awards, Asterios Polyp é uma bd extraordinária. David Mazzucchelli escreve e desenha, com uma mestria invejável, uma história centrada na dualidade das coisas. O certo e o errado, moral e imoral, o belo e feio – temas de um ensaio bastante …

O Retorno, Dulce Maria Cardoso

Acho justo apelidar Dulce Maria Cardoso como uma das mais talentosas da sua geração e um nome já consagrado em Portugal. Não há que enganar: Dulce tem um estilo de escrita corrida, bem caracterizada e é muito documentada – neste caso tanto historicamente como nas emoções e especificidades de cada …