Fabulosas aos 40

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Imagem de Ana Amorim

São 104 as mulheres retratadas independentemente do tom de pele, da altura, do comprimento do cabelo, da quantidade de rugas ou ausência delas, do tamanho de roupa que vestem, das crenças políticas, futebolísticas ou religiosas.  O projecto é dedicado às mulheres entre os 40 e os 49 anos.

A exposição Fabulosas aos 40 resulta do projecto fotográfico com o mesmo nome,  inaugura dia 1 de Novembro às 19 horas na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

A exposição vai estar patente até dia 2 de Dezembro e poderá ser vista dentro do normal horário de funcionamento da Fábrica do Braço de Prata.

 

O projecto Fabulosas aos 40

Este é um projecto fotográfico pessoal da fotógrafa Ana Amorim, sem fins comerciais ou lucrativos e de cariz solidário, onde a fotógrafa se propôs retratar até 100 mulheres entre os 40 e os 49 anos de idade, em cinco sessões.
O interesse no projecto ultrapassou largamente as expectativas e ao fim de quatro sessões estavam retratadas 103 fabulosas mulheres. O centésimo quarto é um auto-retrato da própria.

Fabulosas aos 40 tem uma componente solidária. Durante todas as sessões de retrato foi feita divulgação sobre a prevenção do cancro da mama e foram angariados donativos que foram doados à Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama.

Durante a inauguração será possível recolher mais donativos para a Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama através dos mealheiros da própria Associação que estarão espalhados na sala Eduardo Prado Coelho.

Informações úteis

-A inauguração acontecerá no dia 1 de Novembro às 19 horas.

-Localização: Fábrica do Braço de Prata, na Rua Fábrica de Material de Guerra n.º 1, 1950-128  em Lisboa.

-Horário de funcionamento:

  • Quarta e Quinta | das 18 horas às 02 horas
  • Sexta e Sábado | das 18 horas às 04 horas

 

 

 

 

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ruicarmo
Sportinguista, bom-garfo, quase civilizado, a caminho dos 50 (embora não pareça mesmo nada) e liberal. Sem ortodoxia, nem escola. Admirador mais do que confesso da Sacrlett J., da Monica Belluci e de algumas outras obras primas. António Gaudi não lhes fica atrás no toque divino que deixou nas suas obras. As mulheres são o centro gravitacional da minha vida e do Universo em geral. Escrevo em desacordo ortográfico.

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